sexta-feira, 6 de setembro de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Na TV.
Globo Repórter desta sexta-feira mostra Festival de Dança de Joinville e o Bolshoi
Joinville, seus bailarinos e seu festival estarão no foco do programa, que tem como tema especial a dança em diferentes aspectos
No total, uma equipe de 15 profissionais de Santa Catarina atuou na produção desta edição do Globo Repórter
Foto:
Diego Redel / Divulgação
Os nomes deles estão na calçada da fama do Festival de Joinville, nos
programas das apresentações do Bolshoi Brasil e até na imprensa local.
Mas, nesta sexta-feira, serão ouvidos nacionalmente, quando for ao ar o
Globo Repórter, às 22h20, pela RBS TV.
Na edição desta sexta-feira, Joinville, seus bailarinos e seu festival estarão no foco do programa, que tem como tema especial a dança em diferentes aspectos. Santa Catarina, transformada em referência na arte pela influência de Joinville, será o centro do especial - e foi também no Estado que a produção ocorreu efetivamente, com a participação dos profissionais da RBS na execução das reportagens.
No primeiro bloco, o Globo Repórter apresentará os benefícios da dança na saúde, com histórias de São Paulo e de Florianópolis. Quando o primeiro intervalo acabar, é hora de Joinville aparecer na tela, com reportagens sobre o Festival de Dança, a vida dos bailarinos e a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil - matérias que ocuparão três dos cinco blocos do programa.
O quinto bloco levará o espectador para Itajaí, mas ainda terá um "pezinho" em Joinville: o Grupo de Dança Millenium, pentacampeão de danças urbanas no Festival, apresentará sua história e de seu coreógrafo, Thurbo Braga.
— É lindo porque é o nome de Joinville que ganhará destaque no Brasil e também fora do País, já que o Globo Repórter é exibido na Globo Internacional. Acho que as pessoas vão se surpreender muito com o tamanho do Festival, porque a maioria não tem dimensão do tamanho dele — avalia a jornalista Renata Seliprim, da RBS TV Joinville, que atuou na produção.
Nos 60 minutos de Globo Repórter, passarão pela tela entrevistas de Mayara Magri e Adhonay Soares, jovens talentos que foram consagrados em Joinville com grandes premiações. As bailarinas Virginia Mazzoco e Rafaela Morel, que foram alunas da Escola Bolshoi, também foram entrevistadas para contar como a passagem por Joinville influenciou no caminho que agora as leva para escolas e companhias na Rússia.
— O mais difícil foi escolher as histórias de bailarinos que conhecemos durante a produção, porque eram muitos jovens merecedores terem suas vidas contadas — afirma Renata.
No total, uma equipe de 15 profissionais de Santa Catarina atuou na produção desta edição do Globo Repórter, que começou a ser gravado em 27 de junho. A ideia surgiu dentro da emissora catarinense, que investiu em equipamentos de áudio e captação de imagens com alto desempenho de som e imagem para dar às reportagens estéticas diferenciadas.
Fonte : http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/cultura-e-variedades/anexo/noticia/2013/07/globo-reporter-desta-sexta-feira-mostra-festival-de-danca-de-joinville-e-o-bolshoi-4211877.html
Na edição desta sexta-feira, Joinville, seus bailarinos e seu festival estarão no foco do programa, que tem como tema especial a dança em diferentes aspectos. Santa Catarina, transformada em referência na arte pela influência de Joinville, será o centro do especial - e foi também no Estado que a produção ocorreu efetivamente, com a participação dos profissionais da RBS na execução das reportagens.
No primeiro bloco, o Globo Repórter apresentará os benefícios da dança na saúde, com histórias de São Paulo e de Florianópolis. Quando o primeiro intervalo acabar, é hora de Joinville aparecer na tela, com reportagens sobre o Festival de Dança, a vida dos bailarinos e a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil - matérias que ocuparão três dos cinco blocos do programa.
O quinto bloco levará o espectador para Itajaí, mas ainda terá um "pezinho" em Joinville: o Grupo de Dança Millenium, pentacampeão de danças urbanas no Festival, apresentará sua história e de seu coreógrafo, Thurbo Braga.
— É lindo porque é o nome de Joinville que ganhará destaque no Brasil e também fora do País, já que o Globo Repórter é exibido na Globo Internacional. Acho que as pessoas vão se surpreender muito com o tamanho do Festival, porque a maioria não tem dimensão do tamanho dele — avalia a jornalista Renata Seliprim, da RBS TV Joinville, que atuou na produção.
Nos 60 minutos de Globo Repórter, passarão pela tela entrevistas de Mayara Magri e Adhonay Soares, jovens talentos que foram consagrados em Joinville com grandes premiações. As bailarinas Virginia Mazzoco e Rafaela Morel, que foram alunas da Escola Bolshoi, também foram entrevistadas para contar como a passagem por Joinville influenciou no caminho que agora as leva para escolas e companhias na Rússia.
— O mais difícil foi escolher as histórias de bailarinos que conhecemos durante a produção, porque eram muitos jovens merecedores terem suas vidas contadas — afirma Renata.
No total, uma equipe de 15 profissionais de Santa Catarina atuou na produção desta edição do Globo Repórter, que começou a ser gravado em 27 de junho. A ideia surgiu dentro da emissora catarinense, que investiu em equipamentos de áudio e captação de imagens com alto desempenho de som e imagem para dar às reportagens estéticas diferenciadas.
Fonte : http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/cultura-e-variedades/anexo/noticia/2013/07/globo-reporter-desta-sexta-feira-mostra-festival-de-danca-de-joinville-e-o-bolshoi-4211877.html
Quando se diz adeus ...
Triste
não é fazer uma aula ruim, não fazer um ensaio bom, errar na
apresentação. Triste é estender a malha ou o collant no varal para secar
todas as gotas de suor de anos de
dedicação, guardar a sapatilha junto com os sapatos que ficaram fora de
moda e você não usa mais, e ir esquecendo aos poucos o som do piano...
Falam que sonhar é de graça, mas na verdade custa caro, ainda mais no país em que vivemos onde dança é vista como hobby, e tudo que envolve a mesma, sapatilhas, collant e afins são de custo alto. E muitos que não conseguem pagar acabam pagando mais caro ainda por não continuarem fazendo o que amam.
E como todos os pássaros quebram as asas param de voar, bailarino quando quebra os pés ou ocorre algum acidente similar, também param de voar.
Mas alma de bailarino é grande demais para ficar presa em um corpo, corpo de bailarino é inquieto demais para ficar em cima de uma cama. O problema é que a dor do machucado nunca vai ser maior que a dor de não ouvir mais os aplausos, a música preferida de todos os artistas, pois é cantada por diversas mãos, e nestas há uma veia ligada ao coração, transmitido toda emoção sentida.
É há muito talento parado pelas esquinas, em clínicas, escritórios. Que para mim, bailarino, só deveria parar para fazer balancé.
E o relógio não conta apenas até oito como todos estão acostumado, ele é até rápido demais, às vezes não dando espaço para arrependimento.
Nunca deixem que seus olhos, os quais foram feitos para refletir os holofotes e o brilho dos tutus, apagarem. Só quando os holofotes do palco apagarem e as cortinas fecharem, mas não quando você fechar a sua cortina e acabar com o seu espetáculo chamado vida, porque ele não tem mais de uma temporada.
— Lucas Splint
Falam que sonhar é de graça, mas na verdade custa caro, ainda mais no país em que vivemos onde dança é vista como hobby, e tudo que envolve a mesma, sapatilhas, collant e afins são de custo alto. E muitos que não conseguem pagar acabam pagando mais caro ainda por não continuarem fazendo o que amam.
E como todos os pássaros quebram as asas param de voar, bailarino quando quebra os pés ou ocorre algum acidente similar, também param de voar.
Mas alma de bailarino é grande demais para ficar presa em um corpo, corpo de bailarino é inquieto demais para ficar em cima de uma cama. O problema é que a dor do machucado nunca vai ser maior que a dor de não ouvir mais os aplausos, a música preferida de todos os artistas, pois é cantada por diversas mãos, e nestas há uma veia ligada ao coração, transmitido toda emoção sentida.
É há muito talento parado pelas esquinas, em clínicas, escritórios. Que para mim, bailarino, só deveria parar para fazer balancé.
E o relógio não conta apenas até oito como todos estão acostumado, ele é até rápido demais, às vezes não dando espaço para arrependimento.
Nunca deixem que seus olhos, os quais foram feitos para refletir os holofotes e o brilho dos tutus, apagarem. Só quando os holofotes do palco apagarem e as cortinas fecharem, mas não quando você fechar a sua cortina e acabar com o seu espetáculo chamado vida, porque ele não tem mais de uma temporada.
— Lucas Splint
quinta-feira, 18 de julho de 2013
. ♥
Atenção :Para aqueles que desejam saber mais sobre o Festival, acesse : http://www.festivaldedanca.com.br/2013/index.php
Atenção : Audição para o Bolshoi !
Audição para a Escola Bolshoi no Festival de Dança
No dia 24 de julho, quarta-feira, a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil
realiza audições para os cursos de dança clássica e contemporânea. As
inscrições podem ser feitas pela internet ou na recepção da Escola até o
dia 23 de julho.
Saiba mais - http:// www.escolabolshoi.com.br/ bolshoi/Portugues/ detInstitucional.php?cod=32
Abertura do Festival de Dança de Joinville.
Ballet Nacional do Uruguai abre Festival de Dança de Joinville
Evento de abertura contou com apresentação de quatro coreografias.
Apresentação trouxe ritmos alegres e mistura de clássico e contemporâneo.
A Noite de abertura do Festival de Dança de Joinville foi marcada pela
apresentação do Ballet Nacional do Uruguai. Sob a direção do coreógrafo
Julio Bocca, a companhia trouxe quatro coreografias: Doble Corchea, El
Corsário – pas D´Esclave, Without Words, e Sinfonietta. O evento ocorreu
na noite desta quarta-feira (17).
Segundo Ely Diniz, presidente do Instituto Festival de Dança,
participam desta edição do festival mais de seis mil bailarinos, de 22
estados e do Distrito Federal. Durante a abertura o secretário de
Turismo, Cultura e Esportes, Roberto Martins, trouxe, segundo ele, a
essência do evento e parafraseou o poeta Augusto Branco. "Não é o ritmo
nem os passos que fazem a dança, mas a paixão que vai na alma de quem
dança".
A moradora de Joinville Raissa Kris Rezini Argus diz ter ficado encantada com a abertura do festival. “Fazia muitos anos que não vinha, mas tenho muito orgulho. Além disso, é bom para a cidade”, diz.
Apresentação da coreografia El Corsário (Foto: Diego Redel/Festival de Dança de Joinville)
A primeira apresentação, Doble Corchea, é coreografia do venezuelano Vicente Nebrada. O espetáculo é considerado uma interpretação com bastante energia e humor e a música é obra de Benjamin Britten. Já a segunda, que traz coreografia de Marius Petita, é um balé clássico, cujo tema é a fuga de dois amantes.
A terceira apresentação, Without words, traz a dança contemporânea para o palco. A coreografia é do espanhol Nacho Duato e tem como tema a relação entre amor e morte. A música é de Franz Schubert. A última apresentação da noite, Sinfonietta, é a obra mais conhecida do coreógrafo Jiri Kylián e trata sobre o amor entre os seres humanos. A música é de Leos Janácek. A apresentação é considerada por especialistas um clássico da dança moderna.
Já o casal de Blumenau, Jorge de Souza e Aníbia de Souza, consideraram as apresentações muito boas. “Já tinha assistido a outros espetáculos, mas sempre os considerei muito sérios, formais. Achei estes fantásticos, divertidos e alegres”, diz Jorge.
Mais fotos :
http://www.flickr.com/photos/festivaldedanca/sets/72157634693311944/
Fontes :
http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/festival-de-danca-joinville/2013/noticia/2013/07/ballet-nacional-do-uruguai-abre-festival-de-danca-de-joinville.html
A moradora de Joinville Raissa Kris Rezini Argus diz ter ficado encantada com a abertura do festival. “Fazia muitos anos que não vinha, mas tenho muito orgulho. Além disso, é bom para a cidade”, diz.
A primeira apresentação, Doble Corchea, é coreografia do venezuelano Vicente Nebrada. O espetáculo é considerado uma interpretação com bastante energia e humor e a música é obra de Benjamin Britten. Já a segunda, que traz coreografia de Marius Petita, é um balé clássico, cujo tema é a fuga de dois amantes.
A terceira apresentação, Without words, traz a dança contemporânea para o palco. A coreografia é do espanhol Nacho Duato e tem como tema a relação entre amor e morte. A música é de Franz Schubert. A última apresentação da noite, Sinfonietta, é a obra mais conhecida do coreógrafo Jiri Kylián e trata sobre o amor entre os seres humanos. A música é de Leos Janácek. A apresentação é considerada por especialistas um clássico da dança moderna.
Já o casal de Blumenau, Jorge de Souza e Aníbia de Souza, consideraram as apresentações muito boas. “Já tinha assistido a outros espetáculos, mas sempre os considerei muito sérios, formais. Achei estes fantásticos, divertidos e alegres”, diz Jorge.
Mais fotos :
http://www.flickr.com/photos/festivaldedanca/sets/72157634693311944/
Fontes :
http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/festival-de-danca-joinville/2013/noticia/2013/07/ballet-nacional-do-uruguai-abre-festival-de-danca-de-joinville.html
sábado, 22 de junho de 2013
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