Ballet Nacional do Uruguai abre Festival de Dança de Joinville
Evento de abertura contou com apresentação de quatro coreografias.
Apresentação trouxe ritmos alegres e mistura de clássico e contemporâneo.
A Noite de abertura do Festival de Dança de Joinville foi marcada pela
apresentação do Ballet Nacional do Uruguai. Sob a direção do coreógrafo
Julio Bocca, a companhia trouxe quatro coreografias: Doble Corchea, El
Corsário – pas D´Esclave, Without Words, e Sinfonietta. O evento ocorreu
na noite desta quarta-feira (17).
Segundo Ely Diniz, presidente do Instituto Festival de Dança,
participam desta edição do festival mais de seis mil bailarinos, de 22
estados e do Distrito Federal. Durante a abertura o secretário de
Turismo, Cultura e Esportes, Roberto Martins, trouxe, segundo ele, a
essência do evento e parafraseou o poeta Augusto Branco. "Não é o ritmo
nem os passos que fazem a dança, mas a paixão que vai na alma de quem
dança".
A moradora de Joinville Raissa Kris Rezini Argus diz ter ficado encantada com a abertura do festival. “Fazia muitos anos que não vinha, mas tenho muito orgulho. Além disso, é bom para a cidade”, diz.
Apresentação da coreografia El Corsário (Foto: Diego Redel/Festival de Dança de Joinville)
A primeira apresentação, Doble Corchea, é coreografia do venezuelano Vicente Nebrada. O espetáculo é considerado uma interpretação com bastante energia e humor e a música é obra de Benjamin Britten. Já a segunda, que traz coreografia de Marius Petita, é um balé clássico, cujo tema é a fuga de dois amantes.
A terceira apresentação, Without words, traz a dança contemporânea para o palco. A coreografia é do espanhol Nacho Duato e tem como tema a relação entre amor e morte. A música é de Franz Schubert. A última apresentação da noite, Sinfonietta, é a obra mais conhecida do coreógrafo Jiri Kylián e trata sobre o amor entre os seres humanos. A música é de Leos Janácek. A apresentação é considerada por especialistas um clássico da dança moderna.
Já o casal de Blumenau, Jorge de Souza e Aníbia de Souza, consideraram as apresentações muito boas. “Já tinha assistido a outros espetáculos, mas sempre os considerei muito sérios, formais. Achei estes fantásticos, divertidos e alegres”, diz Jorge.
Mais fotos :
http://www.flickr.com/photos/festivaldedanca/sets/72157634693311944/
Fontes :
http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/festival-de-danca-joinville/2013/noticia/2013/07/ballet-nacional-do-uruguai-abre-festival-de-danca-de-joinville.html
A moradora de Joinville Raissa Kris Rezini Argus diz ter ficado encantada com a abertura do festival. “Fazia muitos anos que não vinha, mas tenho muito orgulho. Além disso, é bom para a cidade”, diz.
A primeira apresentação, Doble Corchea, é coreografia do venezuelano Vicente Nebrada. O espetáculo é considerado uma interpretação com bastante energia e humor e a música é obra de Benjamin Britten. Já a segunda, que traz coreografia de Marius Petita, é um balé clássico, cujo tema é a fuga de dois amantes.
A terceira apresentação, Without words, traz a dança contemporânea para o palco. A coreografia é do espanhol Nacho Duato e tem como tema a relação entre amor e morte. A música é de Franz Schubert. A última apresentação da noite, Sinfonietta, é a obra mais conhecida do coreógrafo Jiri Kylián e trata sobre o amor entre os seres humanos. A música é de Leos Janácek. A apresentação é considerada por especialistas um clássico da dança moderna.
Já o casal de Blumenau, Jorge de Souza e Aníbia de Souza, consideraram as apresentações muito boas. “Já tinha assistido a outros espetáculos, mas sempre os considerei muito sérios, formais. Achei estes fantásticos, divertidos e alegres”, diz Jorge.
Mais fotos :
http://www.flickr.com/photos/festivaldedanca/sets/72157634693311944/
Fontes :
http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/festival-de-danca-joinville/2013/noticia/2013/07/ballet-nacional-do-uruguai-abre-festival-de-danca-de-joinville.html
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