quinta-feira, 2 de maio de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
...
25/04/2013 07h26
- Atualizado em
25/04/2013 09h15
Bailarina que perdeu pé no ataque de Boston se recupera em hospital
Adrianne Haslet, de 32 anos, diz que quer voltar a dançar.
Explosões na maratona mataram 3 pessoas e deixaram quase 300 feridas.
Da AP
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A bailarina profissional Adrianne Haslet, de 32 anos, sofreu uma perda
que poderia acabar com sua carreira: nas explosões na Maratona de Boston,
ela perdeu um dos pés, essenciais para a dança. Entretanto, a mulher,
que se recupera em um hospital de reabilitação, diz que quer voltar a
dançar, e planeja correr a maratona no próximo ano.
A
bailarina Adrianne Haslet perdeu o pé nas explosões durante a maratona
de Boston e se recupera em hospital da região (Foto: AP)
“Eu absolutamente quero dançar de novo e também quero correr a maratona
no próximo ano”, afirmou. “Eu vou me arrastar até a linha de chegada,
literalmente me arrastar, se isso significar terminar a corrida.”
Adrianne Haslet utiliza andador para voltar
para a cama em hospital em Boston (Foto:
AP Photo/Bizuayehu Tesfaye)
As manhãs são a pior parte do dia para Adrianne – às vezes ela se
esquece que perdeu o pé. Ela foi atingida pela segunda explosão,
enquanto andava com o marido – capitão da Força Área que havia voltado
do Afeganistão duas semanas antes – próximo da linha de chegada.
Após a explosão, ela se arrastou até a porta de um restaurante, onde foi arrastada por alguém até uma escada. Seu marido, também ferido, tirou seu cinto para fazer um torniquete na perna dela. Outras pessoas chegaram para ajudar e logo ela foi levada para a área de triagem.
“Eu só gritava – sou uma bailarina, sou uma bailarina, salvem meu pé”, contou.
No dia seguinte ela acordou no hospital e viu sua mãe. “Eu disse: ‘Meu pé parece estar dormente’. E ela respondeu ‘Adrianne, você não tem mais um dos pés’.”
A bailarina espera conseguir começar a usar uma prótese nos próximos dois meses.
Adrianne Haslet durante aula em 2012 (Foto: Arthur Murray/Boston Studio/AP)
para a cama em hospital em Boston (Foto:
AP Photo/Bizuayehu Tesfaye)
Após a explosão, ela se arrastou até a porta de um restaurante, onde foi arrastada por alguém até uma escada. Seu marido, também ferido, tirou seu cinto para fazer um torniquete na perna dela. Outras pessoas chegaram para ajudar e logo ela foi levada para a área de triagem.
“Eu só gritava – sou uma bailarina, sou uma bailarina, salvem meu pé”, contou.
No dia seguinte ela acordou no hospital e viu sua mãe. “Eu disse: ‘Meu pé parece estar dormente’. E ela respondeu ‘Adrianne, você não tem mais um dos pés’.”
A bailarina espera conseguir começar a usar uma prótese nos próximos dois meses.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
13 anos de Bolshoi.
Como surgiu a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil
A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil é a única Escola do Bolshoi fora da Rússia. Seu ideal é o mesmo da Escola Coreográfica de Moscou, criada em 1773: proporcionar formação e cultura por meio do ensino da dança, para que seus alunos tornem-se protagonistas da sociedade.
Joinville foi a cidade escolhida para sediar este projeto de inclusão social para crianças e jovens. Localizada no norte do Estado de Santa Catarina, a inauguração ocorreu em 15 de março de 2000, com o diretor do Teatro Bolshoi Vladimir Vasiliev, o prefeito de Joinville Luiz Henrique da Silveira, além de autoridades, artistas e comunidade. Vladimir Vasiliev e Luiz Henrique da Silveira tornaram-se os patronos fundadores da instituição.
Tudo começou quando em 1995, para que outras nações tivessem oportunidade de conhecer a metodologia aplicada na Rússia, o diretor artístico do Teatro Bolshoi, Alexander Bogatyrev, desenvolveu um projeto que reproduzia as mesmas características da Escola Coreográfica de Moscou.
Em 1996, a Cia. do Teatro Bolshoi realizou uma turnê no Brasil e Joinville foi incluída no programa. O espetáculo ocorreu no 14º Festival de Dança de Joinville. Os russos ficaram impressionados com a receptividade do público e a reverência da cidade diante da arte. Depois disso, o russo Bogatyrev esboça propostas para montar uma unidade da Escola no país, contemplando questões como a aplicação da metodologia, seleção de professores e alunos, estrutura física necessária.
Dois anos depois, o idealizador Bogatyrev faleceu. Mas seu legado era consistente: o esboço do projeto estava concluído e foi apresentado para prefeitos e diretores de instituições de ensino do Brasil. O prefeito de Joinville na época, Luiz Henrique da Silveira, comprometeu-se no desenvolvimento da proposta. No dia 20 de julho de 1999, na abertura do 17º Festival de Dança de Joinville, Alla Mikhalchenko, primeira bailarina do Teatro Bolshoi, assinou o protocolo de intenções com o prefeito.
Entre os fatores decisivos para a escolha de Joinville estava a profunda ligação da cidade com a dança, em função de seu tradicional festival anual. Além disso, o então prefeito empenhou-se pessoalmente nos processos institucionais entre o Brasil e a Rússia e disponibilizou uma área de aproximadamente 6 mil metros quadrados no Centreventos Cau Hansen, para instalação da sede.
À Escola do Bolshoi no Brasil deixo aqui minha admiração e
também uma lagrima de emoção por vocês estarem realizando o sonho de
tantas crianças que como eu ama esta arte tão maravilhosa que é a Dança.
Cecília Kerche - 17/07/2007
Primeira Bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Cecília Kerche - 17/07/2007
Primeira Bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro
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