quarta-feira, 13 de junho de 2012

Fica a dica !


Feliz dia dos namorados !

 Mesmo estando atrasada, de novo, queria desejar aos bailarinos apaixonados um otimo dia dos namorados, afinal todos os dias são daqueles que amam, não apenas uma pessoa mas também a DANÇA.

Cecília Kerche + Bolshoi Brasil !

Fonte : Blog da Escola Bolshoi -> http://www.escolabolshoi.com.br/blog/

Curiosidades de “Raymonda”

Hoje no blog da Escola Bolshoi o post traz curiosidades da produção do balé “Raymonda“, que será interpretado na Noite de Abertura do 30º Festival de Dança de Joinville por 85 alunos da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, com participação da Embaixatriz da Dança, a primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Cecília Kerche, e o jovem bailarino Denis Vieira, ex-aluno da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil e atual bailarino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
“Raymonda” um clássico do balé de repertórioNo Festival de Dança de Joinville a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil e seus convidados encenam o III Ato de “Raymonda”. Esse momento retrata uma grande festa, que acontece no parque do castelo de Jean de Brienne, e celebra o casamento de Jean e a protagonista Raymonda, abençoados pelo rei Andrei II. A comemoração termina com um baile húngaro em homenagem ao rei.

O III Ato do balé “Raymonda” é considerado o destaque desta obra, pois traz ao palco, majestosos figurinos e fortes interpretações com as coreografias de dança a caráter, demi-caráter e o mais puro clássico com os pas classique.
A produção do espetáculo é da Escola Bolshoi. O cenógrafo uruguaio Carlos Kur, foi quem reproduziu os desenhos do cenário, baseado nos originais do Teatro Bolshoi. A cenografia retrata o salão de festa de um palácio. Adereços confeccionados em metal e madeira compõe a obra. Os figurinos estão sendo criados no ateliê da Escola Bolshoi pela estilista russa, Tatiana Artamonova. A Coreografia é de Marius Petipa e os ensaios são coordenados pelos professores russos da Escola Bolshoi.
Confira algumas imagens:


Esboço do cenário do III Ato de “Raymonda”, foto Mariléia Cani.
Confecção dos figurinos no ateliê da Escola Bolshoi Brasil, foto Adriana Reis.
Foto artística produzida para “Raymonda”, fotógrafo Chico Maurent.


Documentário: Cia Cisne Negro.

Cisne Negro Companhia de Dança é uma companhia de dança brasileira criada em 1977 na cidade de São Paulo.
O nome veio de um pas de deux do balé O Lago dos Cisnes. A companhia é dirigida por Hulda Bittencourt.

Documentário acadêmico com fins educacionais, produzido e dirigido por Wellington Ferreira, Caroline Castanheira, Cinthia Freire, Augusto Gomes e Juliana Isaias, com a supervisão de Egle Müller, docente responsável pela disciplina de Documentário em Vídeo da Universidade Anhembi Morumbi.

Possui cenas do documentário realizado pelo programa Figuras da Dança, da TV Cultura, sobre Hulda Bittencourt.

Hulda é a Fundadora do Estúdio de Ballet Cisne Negro e Diretora Artística da Cisne Negro Companhia de Dança. Gentilmente, cedeu algumas imagens de seu arquivo pessoal.


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Lição de vida !




Garota com paralisia nas pernas realiza sonho de se tornar bailarina

Menina de 8 anos conheceu professor de dança, que decidiu treiná-la.
Atualmente, a dupla se apresenta em várias cidades do sudoeste goiano.

 

Uma garotinha de 8 anos, que nasceu com paralisia nas pernas, conseguiu realizar sonho de ser bailarina. Ela mora em Rio Verde, a 235 km de Goiânia. Usando a cadeira de rodas, Kétlin Katrini Fernandes é um exemplo de superação.
Desde pequena, o sonho da menina era um só: dançar. A avó, Ozanira Maria de Jesus, decidiu ajudá-la a realizar este desejo. Ela acompanha e incentiva os treinos da neta. “É o sonho dela, ela gosta. Então, eu vou ajudá-la e incentivá-la”, diz a avó, que também assiste a todas as apresentações da neta.

“Eu estou sempre junto, porque sou eu quem cuida dela. Fico muito orgulhosa”, destaca Ozanira.

A vontade de ser bailarina começou a se tornar realidade há sete meses,  quando Kétlin conheceu o professor de dança Edilson Vaz de Carvalho. A partir daí, surgiu uma grande parceria. O sonho de dançar que parecia ser impossível se concretizou. Hoje, professor e aluna se apresentam em várias cidades, principalmente no sudoeste goiano. Na coreografia, são feitos movimentos que ajudam Kétlin a se expressar.

Segundo o professor, a dança leva, além de alegria, dignidade para pessoas que, assim como a garota, possui necessidades especiais. “[Dançar] Mostra que ela é capaz, desenvolve a coordenação motora dela. Ela interage mais no meio da sociedade”, explica o professor.

Edilson afirma que Kétlin é uma excelente aluna. “Muito melhor do que muitas pessoas que não têm essa dificuldade. É superdisciplinada, atenciosa. Se eu tivesse mais dez Kétlins, eu trabalharia com mais dez Kétlins”, elogia o dançarino.